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Qual é a melhor altura para perder a virgindade?

Durante a puberdade começa a surgir a curiosidade relativamente a determinados temas. Um deles é a sexualidade. A adolescência é o momento em que se descobre a própria sexualidade e também começa a surgir o interesse em relacionamentos íntimos.

A psicóloga Bárbara Ramos Dias, especialista em adolescentes, aborda este tema, referindo que a decisão de quando se deve dar início à vida sexual é bastante pessoal, não havendo escolhas certas ou erradas.   Durante a adolescência ainda existem muitas dúvidas e medos relativamente ao tema “sexualidade”, sendo que é importante transmitir aos adolescentes toda a informação necessária para que este tome a decisão mais adequada.

Assim, Bárbara Ramos Dias afirma que não há uma idade certa para se perder a virgindade. O momento certo é quando a pessoa se sente preparada e confortável para dar esse passo com alguém em quem confia. No entanto, é necessário ter em atenção alguns aspetos antes de se tomar essa decisão:

  1. É importante o adolescente sentir-se confortável no seu corpo e explorar primeiro a sua sexualidade, antes de o fazer com outra pessoa;
  2. É crucial o adolescente ter conhecimento dos vários métodos contracetivos e da importância do uso de preservativo para a proteção contra DSTs;
  3. É importante que o adolescente tome uma decisão consciente, com responsabilidade, para que não se sinta culpado ou arrependido;
  4. É importante o adolescente ter uma conversa aberta e honesta com os seus pais para que estes o possam apoiar da melhor forma;
  5. É importante o adolescente ter a noção de que pode falar com médicos, ginecologistas, psicólogos ou ir a uma consulta de planeamento familiar antes ou depois de iniciar a sua vida sexual tanto para fazer exames médicos como para se informar;
  6. É crucial o adolescente saber que não é obrigado a fazer nada que não queira fazer ou que não se sinta preparado para fazer;

 

Porquê que o meu filho é tão envergonhado?

O teu filho fica debaixo da tua saia, nas festas? Está permanentemente agarrado às tuas pernas? Prefere brincar sozinho na praia, enquanto as outras crianças, já ficaram os melhores amigas?

 

Acredita, isso não é motivo para alarme!

 

As crianças mais introvertidas, são as que se sentem mais invadidas. Apresentam pouca tolerância aos ambientes de festa e de grandes encontros com barulho. Muitas vezes, em casa são conversadores, brincalhões, mas quando vão a festas, não brincam, não falam e só olham para o chão.

 

Habitualmente, a timidez vem acompanhada da dificuldade de comunicação, ou seja, há uma recusa da oralidade. Sendo que este é o principal contato que nos liga aos outros.

Isto faz-nos pensar, que as crianças que são muito envergonhadas, sentem muita insegurança.

 

Melhorar a autoestima e confiança da criança, é a chave para o sucesso!

 

O que fazer para o ajudar?

 

  1. Elogia os progressos. Tanto pelo esforço como pelo resultado. O reforço positivo, é crucial.
  2. Sê modelo, ensina pelo exemplo, lembra-te que eles são o espelho do nosso comportamento. Explica que todos temos vergonha, mas que temos de aprender a superar
  3. Apoia os teus filhos em situações novas, mas sem superproteção, isso prejudica
  4. Incentivar pequenos paços, como pedir uma coisa quando vão ao café
  5. Promove a autonomia e independência. Deixa-o fazer as coisas sozinho, sem teres de estar sempre a ajudar
  6. Não critiques quando lê, dança, canta etc
  7. Não respondas pelo teu filho, quando um adulto lhe faz perguntas. Muito menos dias “coitadinho…tem vergonha”
  8. Não o forces a nada que não queira fazer, falar em frente aos outros para se fazer de “bonito”. Não o exponhas a algo que ele não goste
  9. Evita comparar o teu filho com outras crianças, primos, irmãos ou contigo mesmo. Lembra-te, cada indivíduo é único e especial, à sua maneira. Quando comparamos, eles percepcionam que nós gostaríamos que eles fossem como o outro e que não gostamos deles.
  10. Não leves a criança para ambientes muitos cheios e barulhentos. Isso desgasta-os. 
  11. Permite que o teu filho tenha momentos de isolamento. Isso serve, para que recarregue baterias.
  12. Não queiras que o teu filho impressione os teus amigos, professores ou familiares em eventos sociais, isso ainda lhe dá mais vergonha e não é um boneco.
  13. Aceita que queira ter poucos amigos, mas incentiva-o a conhecer novas pessoas. Em vez de exigires que a criança tenha vários amigos, valoriza e ensina-o a cultivar e saborear as amizades que já conquistou.
  14.  Ajuda-o a encontrar algo que lhe seja prazeroso. Os meninos introvertidos, gostam de focar as suas energias numa atividade que realmente apreciam
  15. Leva a criança à escola nos primeiros dias e mostra, para que se sinta segura
  16. Fala sempre olhos nos olhos
  17. Tem paciência budista

 

 

Lembra-te, uma criança confiante e segura, é uma criança com menor tendência a ser envergonhado em situações sociais, como falar em público ou pedir algo a terceiros.

 

Tens dúvidas? Envia e-mail ou faz comentário que eu respondo!

Dúvidas não trazem resultados!

 

Pepitas de alegria,

 

Bárbara Ramos Dias

Psicóloga Clínica, especialista em adolescentes 

Coach parental

Atitude empreendedora de adolescentes

Mãe pai… queria falar com um Psicólogo…

Encontramos na sociedade alguns adolescentes com 30, 40 e até 50 anos. Têm  competências técnicas (matemática, gestão, informática),  mas não sabem gerir e proteger emoções, expor e não impor ideias, ou seja filtrar stress. A idade emocional está relacionada com o facto de não quererem crescer. Não saber lidar com frustração, “chorar” quando necessário, passar pela crise e aprender com os desafios.

 

Se o seu filho tem a capacidade de lhe pedir, permita….

 

A vida é um risco, “errar é humano, persistir é desumano”. Os fortes/ “os crescidos” começam tudo de novo, sabem elogiar, agradecer, reconhecer loucuras como sabedoria reconhecendo-a e transformando-a.

 

Empreendedorismo é um termo ultimamente muito usado, mas afinal o que é

Significa empreender, saber resolver uma situação desafiante com soluções criativas. É também  agregar valor, saber identificar oportunidades e transformá-las num  negócio lucrativo.

O conceito de empreendedorismo foi utilizado inicialmente pelo economista Joseph Schumpeter, em 1950.

O empreendedorismo é essencial na sociedade em que vivemos, pois é através dele que pessoas e empresas buscam a inovação, bem como transformam conhecimentos em novos produtos, o que potencia o crescimento de uma empresa e mesmo da sociedade. 

Porquê ensinar Empreendedorismo nas escolas?  

O Empreendedorismo desenvolve capacidades, habilidades e atitudes pessoais, que não estando apenas ligados à criação do próprio negócio, ajudam no relacionamento pessoal, na atitude intraemprendedora, e na capacidade de saber superar desafios e alcançar objetivos.

A maioria dos Adolescentes que me chegam ao consultório, encontram-se “perdidos”, não sabem “quem são”, nem o que querem fazer no futuro, o seu objetivo é identificar objetivos.  Aqui entra então, a aprendizagem de atitude empreendedora, que passa pela comunicação verbal e não verbal, inteligência emocional, gestão de tempo e prioridades, capacidade de iniciativa, motivação, autoconfiança, trabalho em equipa e capacidade criativa para resolução de desafios diários.

Encontramos num empreendedor características como,  aquele indivíduo que não espera as coisas aconteçam, mas sim uma pessoa proativa, ou seja, faz as coisas acontecerem. Um empreendedor está altamente motivado, tem boas ideias e sabe como implementá-las de forma a alcançar os seus objetivos. É  alguém que não tem medo de iniciar projetos de  forma arrojada, que  tem capacidade de liderança, compromisso, planeamento e tem facilidade no trabalhar em equipa.

A ter sempre presente, o empreendedor sabe que um fracasso é apenas uma oportunidade de aprender a ser melhor,  não se deixa entristecer com isso, tendo  capacidade para lidar com frustração.

Face ao exposto, faz todo o sentido intervir precocemente perante todas estas habilidades, e atitudes desde a infância, dotando os adolescentes de ferramentas que os façam reflectir, vivenciar e aprender a identificar os seus objetivos, bem como terem um conjunto de atitudes válidas com impacto positivo na sociedade. Nada melhor então, do que fornecer esta informação e vivencia aos Professores, para que eles da melhor forma passarem aos seus alunos.

 

Ser adolescente, é  ter receio de debater ideias, preocupar-se demasiado com aprovação dos outros, ficar contrariado quando confrontado/criticado, não ter capacidade de resiliência, ou seja capacidade para superar dificuldades. No entanto, estes fatores educam-se , exercitando e vivenciando a mente.

 

Existem  adolescentes com 30, 40 e até 50 anos. Têm  competências técnicas (matemática, gestão, informática),  mas não sabem gerir e proteger emoções, expor e não impor ideias, ou seja filtrar stress. A idade emocional está relacionada com o facto de não quererem crescer. Não saber lidar com frustração, “chorar” quando necessário, passar pela crise e aprender com os desafios.

 

A vida é um risco, “errar é humano, persistir é desumano”. Os fortes/ “os crescidos” começam tudo de novo, sabem elogiar, agradecer, reconhecer loucuras como sabedoria reconhecendo-a e transformando-a. Resultados Esperados É isto que nos propomos a fazer, Formar Professores para que estes dotem os seus alunos de competências Empreendedoras.

 

Formando os Professores com estas ferramentas, estamos a criar Adolescentes com inteligência emocional, onde sobressai  o facto de serem proativos, inovadores, dinâmicos, colaborativos, interativos, integrados , com capacidade de lidar com mudança e capazes de lidar com desafios com soluções criativas.

 

São as partes que fazem o TODO! Quanto mais equilibrado estiver cada adolescente, mais motivado estará e mais produtividade dará à sociedade

 

Quando falamos em atitudes, é muito importante ter consciência que elas são baseadas em comportamentos que repetimos. Dificilmente alguém tem uma atitude que não é repetida constantemente em seu dia a dia ou que não é mentalizada constantemente. Por isso, se quer ter uma atitude empreendedora, mude sua mente primeiro e depois a do seu filho.

 

O primeiro comportamento que leva a uma atitude empreendedora é não ser acomodado, não esperar que os outros façam o que você deve fazer e saber que quem comanda a sua história é você mesmo e que seu destino será traçado de acordo com as suas atitudes diárias.

 

Outra característica de quem tem atitude empreendedora é de não ser “Maria-vai-com-as-outras” já que a maior parte das pessoas prefere a mediocridade do que arriscar-se e fazer algo diferente. Neste sentido, a analogia da águia e da galinha cai muito bem, já que o empreendedor precisa ser como a águia, que escolhe o que quer comer, é forte e sabe muito bem o que lhe guia, diferentemente da galinha que é medrosa e vive em bando.

 

Enfim, ter atitude empreendedora é ser diferente, ser chamado de louco por aqueles que nada fazem para mudar a sua vida. Pode não parecer fácil, mas as grandes conquistas começam com 

 atitude empreendedora!

se és adolescente e precisas de desabafar com alguém em que podes confiar ligue e marque a sua consulta com a doutora bárbara ramos dias psicóloga clinica de adolescentes.

O que é bullying?

Com base na Psicologia,  o bullying é um dos tipos de agressão e comportamento agressivo, onde existe uma assimetria de forças. Pode causar danos físicos, morais ou mentais. Habitualmente surge contra as crianças e adolescentes considerados mais “fracos” que não se conseguem defender tão bem.

São miúdos que são agredidos repetidamente por outros e que os magoam bastante em todos os aspetos.  Habitualmente estes bulli não têm garra suficientes para se defender, sentindo-se impotentes.

 

Além das possibilidades físicas (chutos, socos, pontapés, empurrões, roubo ou dano aos pertences, etc.) e verbais (apelidos, insultos, comentários racistas, homofóbicos, de diferenças religiosas, físicas, económico-sociais, culturais, morais e políticas, etc.), ainda podem aparecer comportamentos mais indiretos, como a exclusão social ou isolamento. 

Para além disso, e agora nesta nova era informática, é necessário lembrar que existe ainda, o bullying eletrónico ou cyberbullying. Onde estes constantes  ataques podem ser expandidos para ambientes eletrónicos, por meio de redes sociais, mensagens de texto, sites, blogs, etc

Já tive uma paciente que inclusive deixou de ir à escola porque sofreu de ciberbulling. A M. enviou um “nude” ao namorado, sendo que este reencaminhou para outros rapazes, logo toda a escola tinha a foto da menina nua. Ela cheia de vergonha nunca mais foi à escola. Agora passado mais de 1 ano já conseguiu iniciar os seus estudos noutra escola. Foi um caso muito desafiante. 

Há alguma idade mais recorrente? 

A idade não me parece fator predominante, na medida em que tanto tenho meninos de 5 anos, como de 11, como 14 anos. Depende de outros fatores como infelizmente aparência, tipologia de personalidade e diferenças culturais.

  1. Quais costumam ser os primeiros sinais? Qual costuma ser o comportamento de um bully na escola e em casa? Os primeiros sinais é isolamento casa e na escola, tristeza recorrente, mudanças no comportamento do sono, alimentação. Mostrar medos diferentes, dores cabeça e barriga fora do normal- Enurese ou encoprose repentina. Traços depressivos, ansiosos, inseguros, atacarem repentinamente primos ou irmãos mais novos (como espelho, do que lhes está a acontecer). Na escola é exatamente igual, mas o primeiro talvez seja mesmo o isolamento ou choro recorrente sem motivo
  1. O que faz com que um miúdo pratique bullying com outros? Quais são os factores? Personalidade? Relação familiar?

Habitualmente um miúdo que pratica bulling com outros, é uma criança ou adolescente grandemente perturbado. Acredito que quanto pior se porta uma criança, mais necessita de ajuda. Ou seja, está em sofrimento, em dor psicológica, com um grande buraco. E a única maneira que sabe/conhece para se fazer notar é através da agressividade com os mais “fracos”.

Quando falamos com eles e os desmontamos com esta teoria, de que precisam ajuda porque estão muito tristes, eles desmancham-se a chorar.

São habitualmente miúdos tristes, depressivos, que se sentem abandonados pelos pais. Atenção não quer dizer que sejam abandonados, mas sim que têm essa percepção, de que não têm atenção dos pais. Habitualmente têm baia auto-estima, e confiança, são inseguros, vêm de famílias com grandes discuções, disruptivas, ou mesmo aqueles que estão muito pouco tempo com pais, e que ou estão sozinhos a maior parte do tempo, porque claro os pais trabalham, ou porque passam grandes temporadas só com empregadas diferentes, não criando grandes vínculos.

Encontramos também nestes adolescentes uma má relação com um ou com os 2 pais.

  1. Existem muitas pessoas que dizem que a culpa é da educação dos pais. Qual é a sua opinião?

A culpa de tudo o que acontece é dos pais 😊 😊 😊 lollll. Não, claramente que a maioria dos pais não o fará propositadamente. Cada um fará o seu melhor, tem muito mais a ver com a tipologia de personalidade e com a percepção, medos e motivação com que a criança cresce. 

Claro, nós 4 p´s (psicologos, pais, professores e pediatras) deveremos estar atentos a comportamentos destes e ajudar estes miúdos a mudar de comportamento, aceitar e trabalhar “os seus buracos internos”.

MAIS DO QUE CULPAR OS PAIS É AJUDAR OS PAIS COM FERRAMENTAS PARA QUE POSSAM ORIENTAR OS FILHOS!!!

PREVENÇÃO😊

  1. Porque é que para muitos pais é difícil reconhecer algum comportamento mais negativo por parte dos filhos?

Claramente porque se sentem culpados. Porque pensam onde errei? E depois é também difícil para eles, depois de momentos menos bons, conseguirem ver boas características nos filhos.

Todos achamos que fazemos o melhor, como podemos ter um filho assim?

  1. Como diferenciar uma zanga normal entre miúdos e bullying?

Numa anga os 2 atacam e se defendem, no bulling a vítima não se sabe defender, fica apático, com medo no seu canto, sem reação.

  1. O que é que os pais devem fazer quando os filhos são agressivos e batem nos outros? Quais são os seus conselhos e dicas? Pode enumerar por passos? Qual é a primeira coisa a fazer?
  2. Ouvir o filho. Perceber a dor (emocional)que ele tem. Porquê ele está a fazer mal a outros? O que ele sente? Do que tem medo? O que ganha? O que perde?
  3. Explicar o que o outro menino sente. Pedir para trocar de papeis, se “colocar-se no sapato do outro”, como se sentiria?
  4. Ensinar a assumir culpa e pedir desculpa. Não é a culpa é dele, que provocou…. É do x que…., do professor…. A culpa é minha porque……
  5. Castigo muito bem explicado. Tudo na vida tem consequências, boas ou más, conforme os nossos comportamentos.
  6. Diminuir castigo se passados alguns dias o comportamento alterar por completo e houver inclusive pedido de desculpa ao outro. Mas atenção, deve explicar que está a reduzir o castigo porque ele mudou o seu comportamento e atitude também.

ENFIM, SOU DA OPINIÃO QUE É IMPORTANTE REGRAS, LIMITES, MAS sempre COM MUITO AMOR, ATENÇÃO E COMPREENSÃO. TODOS PRECISAMOS DISSO PARA CRESCER.

Não tenho autorização para lhe dar nomes, claro, é um tema delicado, no entanto aqui vão algumas situações

Também queria pedir-lhe alguns casos de crianças (três, por exemplo) que o fazem:

  1. J. 9 anos, sempre muito triste, angado com a vida e mundo. Iniciou a pratica de bulling quando os pais começaram a falar na separação. Segundo a criança havia muitas discussões entre os pais, e ele escondia-se no quarto a ouvir. No dia seguinte ia para escola e batia sempre num menino que era um “tótó” SIC Para além de bater punha os pertences do colega na sanita, deitava fora o lanche, etc

Neste caso claramente foi por dor emocional, por se sentir perdido nas discuções dos pais, porque foi apenas nesta altura que o fes, depois ficou bem, e nunca o tinha feito. Era um “socorro” não estou bem. 

Quem se apercebeu foi a professora que falou com os pais e o coloraram nas minhas consultas para que o pudéssemos ajudar. Hoje está tranquilo.

  1. L. 13 anos, vivia com mãe desde 4 anos separação dos pais. Surge em consultório porque havia queixa de mãos tratos na escola com outras meninas. Uma auto-estima muito baixa, completamente perdida. Percebemos que esse comportamento seria desde que a sua mãe arranjou um namorado, e ela percecionou que iria ficar “sem lugar”. Nunca conseguiu dizer À mãe que estava triste e magoada. A sua forma de reagir foi a atacar as outras colegas na escola. Chegou a criar WhatsApp para “deitar a baixo” uma menina da idade dela “que tem a mania” SIC. Esse WhatsApp, público era o motivo de chacota na escola toda. Onde ela faia comentários, gozava com fotos, entre outros.

A mãe quando soube reagiu muito mal, mas após 3 meses de terapia familiar entre mãe e filha a situação ficou resolvida. Voltaram a bem comunicar, e se relacionar. L. voltou a ser a menina tranquila de sempre. Por vees é só perceber o que lhes doi;(

  1. T. 12 anos. Chamava gorda, massacrava, perseguia no caminho para casa, chamava outros nomes, chegando a por bichos na mochila da colega. Chamou à atenção quando lhe bateu. As colegas deram por isso e contaram À diretora de turma. 

Em consultório, apercebo-me que este adolescente estava a Auto mutilava-se já há 1 ano, cortava-se e queimava-se com isqueiro. Filho mais novo de uma fratria de 3 sentia que ninguém gostava dele. “Eles acham que só me porto mal, não gostam de mim. As minhas irmãs são as perfeitinhas” SIC “já que sou mal comportado… olha!”

É um rapa que ainda está em psicoterapia comigo porque está muito perturbado.  Começou a ter estes comportamentos porque “lhe dava goo” ver a outra a sofrer. No fundo seria a forma que encontrou para não sentir a sua própria dor.

Como é a personalidade da criança?

Quando começou a praticar bullying?

Onde? O que faz e diz?

Qual é a razão? Tem haver com a personalidade? Com o ambiente familiar? 

Quando e como é que os pais se aperceberam?

Como é que resolveram ou como estão a resolver o assunto?

Dados Biográficos: 

Da criança: nome, idade e ano de escolaridade

Do pai/mãe: nome, idade

Sou um Adolescente com 43 anos ou Empreendedor com 15 anos?

É fácil encontrar na sociedade alguns adolescentes com 30, 40 e até 50 anos. Têm
competências técnicas (matemática, gestão, informática), mas não sabem gerir e
proteger emoções, expor e não impor ideias, ou seja filtrar stress. A idade emocional
está relacionada com o facto de a pessoa não querer crescer. Não saber lidar com
frustração, “chorar” quando necessário, passar pela crise e aprender com os desafios.
Ser adolescente, é ter receio de debater ideias, preocupar-se demasiado com
aprovação dos outros, ficar contrariado quando confrontado/criticado, não ter
capacidade de resiliência, ou seja capacidade para superar dificuldades. No entanto,
estes factores educam-se , exercitando e vivenciando a mente.
A vida é um risco, “errar é humano, persistir é desumano”. Os fortes/ “os crescidos”
começam tudo de novo, sabem elogiar, agradecer, reconhecer loucuras como
sabedoria reconhecendo-a e transformando-a.
Nos últimos anos muito se tem falado de Empreendedorismo, mas afinal o que é? Porque
devemos cultivar os nossos Adolescentes com esta competência?
Empreendedorismo significa empreender, saber resolver uma situação desafiante com
soluções criativas. É também agregar valor, saber identificar oportunidades e transformá-las.
O maior desafio, passa por abandonar o papel de vítima e concentrar-se no papel de lutador,
acreditar que pode ser uma pessoa de sucesso, ter uma atitude empreendedora.
O Empreendedorismo desenvolve capacidades, habilidades e atitudes pessoais, que não
estando apenas ligados à criação do próprio negócio, ajudam no relacionamento pessoal, na
atitude intra empreendedora, e na capacidade de saber superar desafios e alcançar objetivos.
A maioria dos Adolescentes que chegam ao consultório, encontram-se “perdidos”, não sabem
“quem são”, nem o que querem fazer no futuro, o seu objetivo é identificar objetivos.
Entra aqui então, a aprendizagem de atitude empreendedora, que passa pela comunicação

verbal e não verbal, inteligência emocional, gestão de tempo e prioridades, capacidade de
iniciativa, motivação, autoconfiança, trabalho em equipa e capacidade criativa para resolução
de desafios diários.
Encontramos num Adolescente empreendedor características como, aquele indivíduo que
não espera as coisas aconteçam, mas sim uma pessoa proativa, ou seja, faz as coisas
acontecerem. Um empreendedor está altamente motivado, tem boas ideias e sabe como
implementá-las de forma a alcançar os seus objetivos. É alguém que não tem medo de iniciar
projectos de forma arrojada, que tem capacidade de liderança, compromisso, planeamento e
tem facilidade no trabalhar em equipa.
A ter sempre presente, o empreendedor sabe que um fracasso é apenas uma oportunidade
de aprender a ser melhor, não se deixa entristecer com isso, tendo capacidade para lidar com
frustração.
Neste sentido, faz todo o sentido intervir precocemente perante todas estas habilidades, e
atitudes desde a infância, dotando os adolescentes de ferramentas que os façam refletir,
vivenciar e aprender a identificar os seus objetivos, bem como terem um conjunto de atitudes
válidas com impacto positivo na sociedade.
Queremos educar Adolescentes com inteligência emocional, onde sobressai o facto de serem
proativos, inovadores, dinâmicos, colaborativos, interativos, integrados , com capacidade de
lidar com mudança e capazes de lidar com desafios com soluções criativas.
São as partes que fazem o TODO! Quanto mais equilibrado estiver cada adolescente, mais
tranquilidade familiar existirá, mais motivado estará, e mais produtividade dará à sociedade.
Nada melhor então, do que fornecer esta informação e vivencia aos Pais e Professores, para
que eles da melhor forma passarem aos seus alunos.

Valorize os seus dias…
com Bárbara Ramos Dias

Organize a sua casa, arrume a sua cabeça!!!

Uma casa arrumada trás tranquilidade e equilíbrio emocional, mais, melhor gestão de tempo.
Conseguindo organizar a sua casa é mais fácil alterar pequenos hábitos e rotinas, e com isto
ganhar tempo de qualidade para fazer o que realmente lhe dá prazer.

Sabia que ao arrumar as gavetas de sua casa, está a organizar a cabeça bem como ordenar os
pensamentos?

Então agora, depois das férias, está na hora de “pôr as mãos na massa”.

A minha sugestão é que enquanto arruma, organiza, limpa, ouça música que gosta e lhe dê
energia. Vai ajudar no planeamento.

Habitualmente, a confusão de uma casa desarrumada, é reflexo da confusão que vai na
cabeça do seu dono. Ao arrumar vai sentir-se mais organizado mentalmente, o que se traduz
num melhor planeamento e criação de objetivos.

Lembre-se sempre, espaços bonitos resultam numa Vida Bonita e arrumada. Pelo contrário,
espaços desarrumados, causam estados de tristeza, desorganização de pensamento e

instabilidade, para além de serem o espelho de que algo não está bem consigo. Não é isso que
quer, pois não?

Arrumar a casa, não é mais do fazer um inventário do que realmente gostamos. Arrumar
significa agarrar em casa objeto e perguntar se de facto ele nos inspira alegria. Perante isso, ou
fica ou vai para lixo.

Este poder de decisão, traz-nos auto- confiança. Pode pensar: “Esta camisola traz-me boas
recordações?”. Se a resposta for não, desapegue-se e deite fora.

Pode parecer-lhe estranho, mas ao conseguir ter esta confiança nas suas decisões, vai também
conseguir muito mais facilmente atingir os seus objetivos.

De acordo com o Artigo publicado na Vichy, e escrito por nós. Sugerimos 5 conselhos para ser
mais organizado.
“Voltámos do verão com uma necessidade imperiosa de organização. As ideias surgidas nos
dias livres não nos saem da cabeça e o ritmo alucinante de Setembro, com e-mails a cair a cada
5 segundos, faz soar o alarme: Arrumar o quarto, o escritório, a casa e até os armários da casa
de banho. Tudo para (re)começar com o pé direito. Mas será que chega?

Uma coisa sabemos, a organização é decisiva para um dia-a-dia mais calmo e uma diminuição
dos níveis de stress. Mas será que sabemos realmente como fazê-lo? Uma coisa é certa: exige
compromisso, prática e foco. Mas não se preocupe: vamos ajudá-la a fazê-lo com sucesso, do
princípio e em 5 pontos. 3-2-1. Está pronta?

Agora depois da férias
Nº1 Aponte e faça listas
Atenção, estamos a falar de algo metódico e não de 20 listas em cadernos diferentes. Utilize
um único local para apontar, smartphone ou caderno, e ande sempre com ele na carteira.
Fazer uma lista é uma boa forma de economizar tempo e de selecionar o que realmente é
importante para si, hierarquicamente. Colocar os assuntos por pontos retrata a organização de
hábitos, projetos, desejos e até de necessidades. Quem não se lembra da lista de prós e
contras dos filmes de adolescentes para escolher o homem certo? Sabemos que hoje já não
precisamos desse tipo de apontamentos, mas saiba que a lógica nem era assim tão desprovida
de sentido. Até porque “definir os passos para cumprir um objetivo é meio caminho andando
para lá chegar”- explica Bárbara Ramos Dias. E, claro, não se esqueça de riscar tarefas, é um
processo que até pode até ser relaxante. Já alguma vez chegou a casa com tudo comprado de
uma lista de supermercado onde estava tudo? Além de poupar dinheiro, não corre o risco de
se esquecer dos ovos para aquela tarte especial.

A lista das listas : Todas as áreas da nossa vida podem ser listadas: casa, trabalho, saúde,
beleza, desejos, hotéis, livros para ler. Há sempre bons pretextos para listar. Mas como é que
pode garantir que realmente cumpre aquilo que escreveu? Além do compromisso consigo
mesma, que acabámos referir, podemos ainda recomendar-lhe aplicações para lhe dar o
“empurrão” de que necessita, tais como a Wunderlist, a Keep ou a Notes. Estas aplicações vão
relembrá-la daquilo que tem « por fazer », vão ajudá-la a definir objetivos, vão acompanhar o
seu desempenho, apontar as suas notas e ideias e, até, sincronizar tarefas com os seus
familiares e amigos.

N°2 Deitar fora, dar, selecionar… Agora!
Escolher. Bem sabemos o quanto uma peça pode parecer ser importante, mas quer um
conselho? Faça a seguinte questão: Há quanto tempo não usa esta peça? Esta pergunta é
válida para livros, cds, papéis, utensílios de cozinha,… São realmente importantes? Utiliza
tudo? É certo que há coisas que têm valor sentimental, mas duvidamos, seriamente, que tanta
emoção caiba nas suas gavetas. Verá que quando começar a fazer uma seleção do que
realmente precisa e a libertar espaço nos seus armários, tudo vai começar a parecer mais
organizado “Ao arrumar as gavetas da sua casa, estará, em simultâneo, a organizar a sua
cabeça e os seus pensamentos. Sentir-se-á melhor e a sua autoestima ficará reforçada.» –
Explica a psicóloga Bárbara Ramos Dias. Outro ponto importante, em todo este processo, é a
separação da roupa por estações. Pode utilizar sacos de vácuo para colocar as suas roupas
numa caixa própria até à próxima estação e ainda vai sentir o cheirinho a lavado passados
vários meses.
Sabia que? Ao mesmo tempo que toma decisões importantes e faz escolhas, está a trabalhar
sobre a sua confiança. Segundo a especialista “ter iniciativa em relação a itens próprios, decidir
se ‘ficam’ ou ‘vão’, reforça a sua confiança – útil para outros setores da sua vida”.

N°3 Crie e gira o seu próprio tempo
A gestão do tempo: este é um tópico que daria « pano para mangas »! Comece por fazer um
mapa de horas e tome nota do tempo que gastou alocado a cada projeto durante uma
semana. Seja verdadeira. Quanto tempo levou a ler e-mails? E quanto tempo perdeu a ir de
uma reunião para outra? Quantos minutos esteve ao telefone com uma amiga? E a fazer o
jantar? Aponte tudo, seja minuciosa. Garantimos-lhe que vai encontrar alguns focos de má
gestão rapidamente. Se fizer esta ação durante um mês vai, igualmente, ajudá-la a perceber o
que lhe « tira » mais tempo e o que, por outro lado, está a fazer de forma correta. A partir
desta análise, poderá reequilibrar e gerir tudo melhor. E atenção: não se esqueça de registar
os minutos passados nas redes sociais ao longo do dia. É provável que se surpreenda com o
número de horas que isso representa ao final de um mês.

N°4 Trabalho de grupo
Sabe como é importante trabalhar em equipa, mas provavelmente não tem a noção real do
quanto pode ajudá-la a gerir melhor o seu bem precioso: o tempo. Um dos princípios mais

importantes da organização é saber delegar. Seja em casa, seja no escritório. Organizar o
mundo à sua volta tem de começar com pequenos gestos e nada como utilizar a sua família
como cobaia.
Comece por ensinar aos seus filhos a importância de fazer todas as tarefas de casa e troque
“serviços” com eles. Faça tudo por etapas e vai ver que ao fim de uns tempos já verá os
resultados.

N°5 Um lugar para cada coisa
Não guarde uma cópia de cada objeto. Ordene por tema e em caixas personalizadas a gosto
(por exemplo, pode forrar com recortes de revistas algumas caixas de sapatos que já não usa e
depois plastificar). Assim, poderá organizar os seus batons, medicamentos, o seu kit de costura
ou de DIY.
No seu closet, mantenha as roupas arrumadas por género e cor (casacos, blazers, vestidos,
saias, blusas) e o mesmo se aplica às suas gavetas. Aplique pequenas divisões / separações
para organizar a roupa interior, as meias, os lenços ou os cintos. O objetivo? Não sobrepor! Já
sabe que é o primeiro passo para voltar ao seu ex-caos « organizado ». Além disso, vai reparar
que quando sabe onde está tudo, poupa muito tempo. “Uma casa arrumada traz
tranquilidade, equilíbrio emocional e proporciona uma melhor gestão de tempo. Ao organizar
a casa o processo de  alterar pequenos hábitos e rotinas torna-se mais simples. Ganhe tempo
de qualidade e faça o que realmente lhe dá prazer. »- Remata a psicóloga.”
Ao arrumar armários, gavetas e deitar fora o que não lhe inspira alegria, vai dar-lhe confiança e
organização ao mental para o dia a dia.

Comece já e envie as fotos do antes e depois.

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Pepitas de alegria,
Bárbara Ramos Dias
Psicóloga Especialista em Clínica e Saúde

Educar com ou sem tecnologia?

Há sempre vantagens e desvantagens para ambos

Há quem seja a favor e ate pense que é uma forma de culturização e fonte de convívio familiar. Outros defendem que é uma questão de saúde publica, ou seja a associação amarecina pediátrica em 2014, as crianças com menos de 2 anos não devem qq contato com nenhum aparelho eletrônico. E as com mais de 2, devem ter 2h apenas de contato diário

A mesma organização di que essas crianças correm maior risco de ser obesasagressivas e consumistas. Mas será assim causa efeito?

A meu ver o importante é regras, não mais de 2 horas dia, à noite não vão telemóveis para quarto, não há telemóveis na hora da refeição. O equilíbrio é a perfeição. 

Dar exemplo, os meus pais fazem e os miúdos cumprem, cedência de parte a parte. Se não miúdos dizem porque eu não posso se o pai passa também a vida no pc ou telefone?

Proibir não é solução, historia do fruto proibido o mais apetecido

 

Há quem diga que os adolescentes não estabelecem conversa com pais devido ao tempo exagerado ao telefone. A mim parece que isso acontece quando não se estabeleceu uma relação de confiança e partilha. Não partilham porque não aprenderam, eles são o nosso espelho. 

Há estudos que indicam que o uso abusivo causa alterações cerebrais a nível da inteligência não verbal, bem como perda de memoria espacial.

O ideal é usarem sim, mas também saltar a corda, fazer desenhos, jogos cartas e tabuleiro com pais…. É bom e divertido para todos. Mas isso temos de ser nos a ensinar. Se pelo contrario os deixamos enquanto pequenos no tablet para naõ chatear, gritar, para estarem sossegados porque nos estamos cansado, então eles aprendem e em adolescentes fazem o memo. Não sabem fazer mais nada. Pais percebem que é mais fácil comer de tablet ou tv. Distrair enquanto vão jantar fora com tablet ou smatphone, e depois queremos o quê?

 

Cabe a cada família definir regras e se sim ou não, e valorizar vantagens e desvantagens de cada…

Nos eua,  assinam contrato meio termo

A constante pressão dos professores, pais para alcançar a perfeição é constante e tem um impacto negativo na felicidade da crianças. Por um lado pais não tem tempo de qualidade com filhos para brincar. O castigo é o principal motivo de tristeza nas crianças. Por outro lado os valores positivos, amizade, relações sociais, familiares são incentivo para estilo de vida saudável e construção da felicidade das crianças.

 

Para educar crianças felizes

Ter ambiente familiar feliz e equilibrado

Incutir a importância da construção de relações saudáveis

Não incutir a perfeição, mas sim o esforço, haver tempo para brincar

Ser otimista

Educar a inteligência emocional e autodisciplina

Refeições família/jantar

Para educar crianças felizes

  • Ter ambiente familiar feliz e equilibrado
  • Incutir a importância da construção de relações saudáveis
  • Não incutir a perfeição, mas sim o esforço, haver tempo para brincar
  • Ser otimista
  • Educar a inteligência emocional e autodisciplina
  • Refeições família/jantar

Até aos 2 anos NÃO!

Depois dos 2 anos – 2h por dia;

Afeta: memória espacial

             inteligência não verbal

             agressividade

             obesidade infantil

              consumismo

Alternativas ao “gritar” com os filhos

Psicóloga afirma que é comum pais referirem que para que os filhos lhes obedeçam, gritam com eles. Porém há formas mais eficazes de comunicar com crianças e adolescentes, de forma a que compreendam a necessidade e importância de cumprir regras. 

Bárbara Ramos Dias, psicóloga clínica com vários anos de experiência com crianças e adolescentes, revela as consequências de gritar com os filhos e também algumas estratégias alternativas.

 

Quais são as consequências a curto e longo prazo de gritar?

  • Diminuição da autoestima e autoconfiança da criança
  • Aumento de sintomas depressivos
  • Aumento da agressividade e comportamentos de oposição
  • Aumento da ansiedade
  • Diminuição da regulação emocional
  • Diminuição do vínculo parental
  • Compromete o desenvolvimento social

 

Quais são os comportamentos alternativos a gritar?

  • Deixar post-its pela casa relembrando as tarefas que as crianças/adolescentes têm que fazer;
  • Não se prolongar quando faz uma ordem, apenas diga o que quer que os seus filhos façam, mesmo que eles rebatam (e.g.: “João, quero os pratos no lava-louça, por favor” em vez de “eu estou cansada, estive a trabalhar o dia todo e tu nem sequer consegues fazer o esforço de pôr os pratos no lava-louça…”)
  • Quando a criança fizer alguma coisa de errado, redirecionar para outra atividade mais produtiva, explicando o motivo pelo qual ela não pode fazer mais aquilo
  • Falar de forma calma e assertiva, mantendo o contato visual com a criança/adolescente
  • Mesmo que, por algum motivo, grite, admita o seu erro e peça desculpa à criança/adolescente, tentando acalmar-se e passar a mensagem de forma assertiva em vez de agressiva. 
  • Em vez de gritar porque a criança teve um comportamento errado, explique-lhe as regras que tem que seguir e imponha limites. Crianças/adolescentes precisam de limites.
  • Nunca critique a criança: a sua personalidade, o seu carácter. Se a criança fez alguma coisa mal, corrija o comportamento.
  • Ao dar ordens ou chamar a atenção a comportamentos, evidencie os seus sentimentos (e.g.: “a mãe/pai fica muito feliz quando ajudas cá em casa”; “a mãe/pai ficava mais descansada(o) se ligasses quando chegasses a casa do teu amigo”).
  • Tente sempre dialogar com o seu filho para entender a sua perspectiva.

 

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